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Quadro Portinari

R$180,00

Quadro Portinari.

Quando falamos em patrimônio arquitetônico falamos em memórias, sejam de contexto histórico, ou cápsulas afetivas, e essa ligação deriva de vivências ou contemplação, esses foram os parâmetros para meu projeto no Memórias. Justamente buscando minhas memórias, trazendo um portfólio de importância na história de Juiz de Fora em coerência com o legado que esse acervo deixou nas minhas lembranças, alguns estão perdidos, outros foram preservados e tendo sua ocupação reinventada. Esse é o legado de um edifício, marcar as vivências, preservar estilo de vida e conceito de arquitetura vigente em cada época. Yure Mendes

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Descrição

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Candido Portinari foi um importante artista plástico brasileiro da fase modernista.
Reconhecido mundialmente, recebeu diversos prêmios e participou de inúmeras exposições.
Além da pintura, Portinari também se dedicou à ilustração, gravura e à docência, sendo professor de artes plásticas.

Biografia de Portinari

Candido Torquato Portinari nasceu no dia 30 de dezembro de 1903 em uma fazenda de café, na cidade de Brodowski, interior de São Paulo.
Filho de italianos, Portinari veio de uma família humilde e era o segundo filho de doze irmãos.
Mesmo com formação escolar apenas até o ensino primário, ele participou da elite intelectual brasileira da década de 1930.
Portinari deixou São Paulo aos 15 anos e fixou residência no Rio de Janeiro, onde se matricula na “Escola Nacional de Belas Artes”. Aos 20 anos, Candido já é prestigiado pela crítica nacional.
Contudo, será em 1928, quando conquistou o “Prêmio de Viagem ao Estrangeiro” da Exposição Geral de Belas-Artes, que Portinari ganhará o mundo.
Morou em Paris e outras cidades europeias, onde conheceu artistas como Van Dongen e Othon Friesz, além de Maria Martinelli, uruguaia com quem se casou e viveu toda a vida.
Regressou ao Brasil em 1931 e nessa época passou a valorizar mais as cores em seus trabalhos, abandonando os conceitos de volume e tridimensionalidade.
Em 1935, Candido Portinari recebeu uma “Menção Honrosa” na Exposição Internacional do Carnegie Institute de Pittsburgh, Estados Unidos. Esse acontecimento abriu de vez as portas para o pintor naquele e em outros países.
Após isso, produziu três grandes painéis para o pavilhão do Brasil na “Feira Mundial de Nova York”, em 1939.
Contudo, será na década de 40 que este processo de reconhecimento irá se consolidar. O pintor participa da “Mostra de arte latino-americana” no Riverside Museum, em Nova York.
Além disso, destacou-se com sua exposição individual no Instituto de Artes de Detroit e no Museu de Arte Moderna de Nova York. Tudo isso ao lado de outros grandes artistas consagrados mundialmente.
Nesse momento, Candido Portinari terá o primeiro livro dedicado a sua pessoa, a obra Portinari, His Life and Art, da Universidade de Chicago.
Em 1941, o artista produz os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso em Washington, sempre enaltecendo a temática latino-americana.
Mais tarde, o pintor é convidado por Oscar Niemeyer, em 1944, a contribuir com suas obras para o complexo arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).
Nesse projeto, destacaram-se as composições sacras São Francisco e Via Sacra na Igreja da Pampulha.
A primeira exposição de Portinari na Europa será em 1946, quando o pintor regressa à Paris e expõe na renomada Galerie Charpentier no ano seguinte, 1947.
Suas obras terão lugar no salão Peuser, em Buenos Aires, bem como nos salões da Comissão Nacional de Belas Artes, em Montevidéu.
A estada pela América Latina se estende quando Portinari exila-se no Uruguai, por motivos políticos, em 1948.
Ele era ativo no movimento político-partidário e filiado ao “Partido Comunista Brasileiro”. Se candidatou a deputado, em 1945, e a senador, em 1947, perdendo em ambas as eleições.
Em 1950, irá receber a medalha de ouro do “Prêmio Internacional da Paz” e, em 1951, é destaque na 1° Bienal de São Paulo.
A década de 50 marcou a vida de Cândido. Isso porque surgem problemas de saúde causados por intoxicação de chumbo presente nas tintas que o pintor utilizava em suas obras.
É nessa época também que ele realiza os famosos murais Guerra e Paz (1953-1956) para a sede da ONU, em Nova York.
Guerra e paz PortinariPortinari pintou os dois painéis Guerra e Paz (1953-1956) com aproximadamente 10 x 14 m cada um
Posteriormente, também em Nova York, em 1955, Portinari é honrado com a medalha de ouro da Internacional Fine-Arts Council na categoria melhor pintor do ano.
Importante ressaltar que Portinari foi o único artista brasileiro convidado para exposição 50 Anos de Arte Moderna, no Palais des Beaux Arts, em Bruxelas, em 1958.
Por fim, em meados de 1962, Portinari aceita uma encomenda da prefeitura de Barcelona, contudo, seu nível de intoxicação pelas tintas torna-se fatal e ele falece neste ano em 06 de fevereiro, aos 58 anos.

Informação adicional

Peso 1 kg
Dimensões 20 × 20 × 20 cm

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  • Nome da Loja: Memórias JF
  • Vendedor: Memórias JF
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