UMA NOVA PROPOSTA DE MODA

Contar histórias e misturar culturas e etnias em vestimentas é o objetivo da marca Peregrina. Com muitas referências de diversos lugares do mundo, o conceito surgiu por conta de uma paixão em conhecer locais e costumes e transmitir a outras pessoas. E a nova coleção está repleta de peças cheias de personalidade e autenticidade, e ainda com uma grande importância social. Quer saber o que está por trás desses ítens? Então confira tudo neste blog! 😄

Foto: Wagner Emerich
A coleção “We Are All Indians” surgiu por meio de uma curiosidade da língua inglesa. Índios e indianos recebem a mesma denominação nesse idioma, ao contrario do que impõe o português. Por isso, distinguir os artefatos dos nativos de nosso país e dos habitantes da Índia se torna uma tarefa um pouco confusa. Nas peças da Peregrina, as duas culturas são mescladas e formam itens de cores vibrantes e estampas únicas.

Foto: Wagner Emerich

As roupas dessa nova criação da Peregrina são produzidas na região de Juiz de Fora e confeccionadas a partir de sarees indianos. Já os acessórios, são derivados de Alter do Chão, no Pará. A marca busca conhecer, promover e sustentar o trabalho feito por artesãos e grupos que possuem uma função social e dão suporte a comunidades de diversas partes do mundo.

Foto: Wagner Emerich

🌍 Maruscka Grassano, fundadora da marca, declarou: “Desde que a Peregrina nasceu, em 2014, todas as nossas peças eram produzidas em outros países (Índia, Uganda, Colômbia, Chile, Peru etc.). Com o tempo, veio a necessidade de adaptar o design a uma pegada mais brasileira. Além disso, percebemos uma enorme demanda de roupas plus size, então já temos várias peças nessa coleção.”

Foto: Wagner Emerich

👍 Outra grande proposta da marca é a forma de produção. Segundo Maruscka, “a Peregrina não trabalha com produção em massa, que barateia o custo e remunera mal (e até explora ou escraviza) as pessoas envolvidas no processo de produção. Nossa proposta é incentivar que as pessoas tenham mais consciência dos produtos que consomem, valorizando COMO eles são produzidos, QUEM os produz e, claro, a qualidade – pra não serem facilmente descartados. Cada uma de nossas escolhas tem um impacto e na moda isso não é diferente.”

 
Texto publicado no Blog do Zine Cultural pela jornalista Karina Gomes. Veja aqui.

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